
Na tarde de 12 de julho de 1958, a Companhia Melhoramentos Norte do Paraná (CMNP) realizou uma solenidade para homenagear o agrônomo Luiz Teixeira Mendes, dando seu nome ao Horto Florestal de Maringá. Equipamento que foi instalado sob suas orientações.
Acima, o convite que foi veiculado naquele mesmo dia em O Jornal de Maringá. Destaque para o detalhe das “conduções” que seriam disponibilizadas até o local pela colonizadora.
Portal do Horto Florestal na década de 1950
Acima, portão de entrada do Horto Florestal Dr. Luiz Teixeira Mendes em registro, possivelmente, do final da década de 1950.
Construído com madeiras de lei, a estrutura mantinha no topo um letreiro que parecia ser de metal.
Destaque para o “V” invertido que sustenta parte da estrutura. Interessante como esse detalhe parece fazer referência a então futura Catedral de Maringá, que teve seu projeto lançado em 1958 – mesmo ano em que esse equipamento ambiental passou a homenagear seu criador, o engenheiro agrônomo Luiz Teixeira Mendes.
À direita vemos a placa que contém os seguintes dizeres: “Horto Florestal. Propriedade particular da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná”.
Ainda vale destaque para a tábua pendurada no portal, que diz: “Plantar boas árvores é uma das formas mais expressivas de servir a pátria e a humanidade”.
Interior do Horto na década de 1950
Interior do Horto Florestal Luiz Teixeira Mendes em registro, possivelmente, do final dos anos 1950.
O cuidado com o paisagismo e com a jardinagem nos indica o provável período da imagem. Trata-se de uma época em que a Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, sua proprietária, mantinha o equipamento com o objetivo de cultivar espécies para o reflorestamento e o embelezamento de diversas cidades, além de tratar a reserva como um atrativo turístico de Maringá.
Mas quem seria o personagem nipônico que foi flagrado enquanto caminhava pelo Horto Florestal?
Fontes: Acervo CMNP / Museu Bacia do Paraná / Acervo Maringá Histórica / Acervo Família Bianchini da Rocha.
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