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05 de abril de 2026

Passagem do cometa Neowise é registrada na região de Maringá


Por Creative Hut Publicado 25/07/2020 às 12h40 Atualizado 24/02/2023 às 23h05
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Oficialmente chamado de C/2020 F3, o cometa Neowise, visível no Hemisfério Norte desde o início de julho, agora pôde ser observado na região de Maringá. O corpo celeste só voltará a ser visível na Terra a olho nu novamente daqui a 6,8 mil anos.

Na noite desta sexta-feira, 25, Maico Zorzan, professor de matemática e membro do Clube de Astronomia Edmond Halley (Caeh), de Marialva, fez um registro da passagem do cometa Neowise no céu da região.

“Tímido, longe do espetáculo que foi no Hemisfério Norte, mas os cometas são imprevisíveis mesmo. Em 2006 e em 2011, somente nós aqui no Hemisfério Sul vimos os cometas que passaram, agora é a vez deles”, frisa.

Veja a foto do cometa Neowise feita por Maico Zonzan, em Marialva:

Passagem do cometa Neowise é registrada em Maringá e região
Cometa Neowise visto na região de Maringá. Foto: Maico Zorzan

Luiz Otávio Nacamura, que também é membro do Clube de Astronomia Edmond Halley (Caeh), também fez registros do corpo celeste na noite desta sexta-feira, 25. Veja:

Cometa Neowise visto na região de Maringá. Foto: Luiz Otávio Nacamura
Cometa Neowise visto na região de Maringá. Foto: Luiz Otávio Nacamura

O cometa Neowise ainda poderá ser visto nos próximos dias, de acordo com Maico Zonzan. “Hoje [dia 25], amanhã [dia 26], e segunda-feira [dia 27], ainda será possível ver. Mas tem que ser afastado da cidade, e se tiver um binóculo, melhor ainda, porque ele está bem fraco no horizonte”, frisa. 

O corpo celeste pode ser visto no início da noite, próximo da linha do horizonte, à direita do pôr do Sol.

Neowise

Com aproximadamente cinco quilômetros de diâmetro, o Neowise é formado de gelo e poeira. Quando passa próximo ao Sol, como ocorre agora, libera gás, o que forma uma nuvem luminosa chamada coma, que envolve o núcleo do cometa. Junto dessa nuvem, formam-se duas caudas, uma de gás e outra de poeira, que se estendem por centenas de milhares de quilômetros, dando o formato característico do cometa.

O cometa recebeu o mesmo nome do telescópio espacial da Nasa que o identificou, em 27 de março.

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