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03 de abril de 2026

Pimenta mais ardida do mundo virou sorvete em Maringá


Por Luciana Peña/CBN Maringá Publicado 30/06/2022 às 13h51 Atualizado 21/10/2022 às 02h17
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Foto: Arquivo

Mesmo quem gosta muito, mas muito mesmo de pimenta e tem tolerância às mais ardidas, sofre quando experimenta a Carolina Reaper, considerada em 2017, pelo Guiness Book, como a pimenta mais ardida do mundo.

O jornalista Willian Souza experimentou. “É super ardida, realmente fiquei impressionado, porque até então, na minha vida […] eu sou um apaixonado por pimentas, então só tinha provado a Scorpion, mas a Carolina Reaper é muito ardida. A sensação dela na boca é um pouquinho traiçoeira, você vai comendo e ela não arde logo de cara, mas depois que termina, vem uma surpresa”, conta o jornalista.

Em Maringá, a Carolina Reaper faz sucesso, principalmente depois que o GMC Online publicou uma reportagem com o produtor rural, mestre em pimentas Rildo Cazé, que cultiva a variedade há bastante tempo. “Hoje eu faço parte de vários grupos de produção de pimentas do país inteiro. Ela é feita por cruzamento genético da Habanero com a Buht Jolokia”, informa o produtor.

A Carolina Reaper é resultado do cruzamento de outras duas pimentas e o experimento foi feito nos Estados Unidos. A variedade se adaptou bem ao clima no sul do país. Rildo explica como a ardência é medida. “Existe uma escala chamada Unidade de Scoville, que mede a picância. Enquanto você tem a pimenta Dedo de Moça com 10 a 15 mil unidades, ela [Carolina Reaper] tem 2,2 milhões”, completa Rildo.

A pimenta já virou até sorvete. O empresário Michel Hajj, dono de uma sorveteria, foi quem criou a receita. Ele viu a reportagem do GMC Online nas redes sociais do prefeito Ulisses Maia, que replicou a publicação.

“Para dar jus ao nome da pimenta mais ardida do mundo, eu fiz um picolé bem ardido com queijo branco e azeite […] Ficou maravilhoso. O próprio leite e o azeite ajudam a tirar o ardido da boca”, diz o criador do sorvete. 

Ouça a reportagem completa na CBN Maringá. 

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