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Dia 13

Volta da indústria e construção civil causa alívio em Maringá

Publicado por Victor Simião/CBN Maringá, 12:15 - 10 de abril de 2020

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Foto: Ilustrativa/Agência Brasil

Pouco mais de 20 dias com serviços parados, indústria e construção civil em Maringá voltam à ativa na segunda-feira, 13. A decisão da prefeitura foi tomada após conversa com os representantes da área. Um decreto foi publicado na quinta-feira, 9.


A medida vale para o período de calamidade pública.


Segundo a determinação, as micro e pequenas indústrias, que contarem com até 99 colaboradores, deverão funcionar com, no máximo, 70% de seu efetivo; indústrias de porte médio, que contarem com 100 até 499 colaboradores, deverão funcionar com, no máximo, 40% de seu efetivo; indústrias de grande porte, que contarem com mais de 500 colaboradores, deverão funcionar com, no máximo, 30% de seu efetivo.


No caso das áreas administrativas, a preferência é home office e número mínimo de funcionários. O município pede que equipamentos de segurança sejam utilizados.


No caso da construção civil, há medidas como proibição de showroom; a criação de três turnos de entrada e saída e a definição de um operário a cada 20 metros quadrados.


O presidente do Sinduscon, sindicato patronal da construção civil, Rogério Yabiko, disse que os setores estão aliviados com a medida. É um recomeço. No caso do setor dele, as empresas optaram por dar férias coletivas para evitar demissões.



“A maioria usou como férias coletivas, e isso está terminando agora segunda-feira. Então a gente tem que aguardar esse retorno para ver se, junto com o decreto que foi publicado agora, o setor vai ter condições de trabalhar com todos os funcionários, e sem ocorrer demissões, que é o mais importante”.



Em relação à construção civil, há uma determinação que o empresariado gostaria de mudança. É a que trata sobre o uso do elevador de transporte. Segundo o decreto, somente um trabalhador pode usar por vez. Yabiko explicou que o elevador de transporte sempre tem um operador. E ele é o responsável por levar quem precisa utilizá-lo.



“O principal ponto que ficou meio incoerente, mas eu entendo que por ser talvez um erro de entendimento da prefeitura, foi o uso do elevador de transporte. Ele diz que o uso do elevador de transporte só pode ser feito por um trabalhador por vez, mas por norma tem que ter um operador dentro do elevador, que já é uma pessoa lá dentro. Não tem como utilizar somente com uma pessoa por vez. Mas acredito que, assim como fomos chamados para trabalhar no decreto junto, nesses pontos, acredito que a prefeitura vai nos atender de bom grado”, destacou.



A assessoria de Prefeitura de Maringá foi procurada pela CBN e disse que não irá se manifestar.



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