100% brasileira: técnica com pele de tilápia vai além de queimaduras


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online

Há 11 anos, uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal do Ceará (UFC) descobriu que a utilização da pele da tilápia no tratamento de queimaduras era mais eficaz que outras terapias disponíveis, como cremes e pomadas. A técnica deu certo e ficou famosa: ela já gerou mais de 45 artigos publicados, além de estudos realizados em parceria com o Instituto Butantan, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e até a Nasa.

Foto: Divulgação/Viktor Braga/UFC

Segundo o coordenador geral da pesquisa, Edmar Maciel, o ponto de partida veio quando uma equipe de pesquisadores liderada pela professora Ana Paula Negreiros, também da UFC, detectou que a pele do peixe era rica em colágeno do tipo 1. A proteína tem presença abundante na pele humana e é importante para o processo de cicatrização.

“Durante esses anos de pesquisas, foram desenvolvidos dois produtos principais: a pele da tilápia conservada em glicerol e a pele da tilápia liofilizada”, diz Maciel, que é presidente do Instituto de Apoio ao Queimado.

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