Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar nosso portal, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

03 de fevereiro de 2026

Alunos de medicina e odonto vão atender populações ribeirinhas no Pará


Por Luciana Peña/CBN Maringá Publicado 22/11/2024 às 11h59
Ouvir: 00:00
image
Foto: Divulgação

Pelo terceiro ano consecutivo professores e alunos dos cursos de medicina e odontologia do Centro Integrado de Campo Mourão vão participar de um a expedição humanitária no norte do país. Uma parte da equipe embarca nesse sábado, 23, e os atendimentos começam na segunda-feira, 25. É o Projeto Humanika.

É uma viagem de mais de 3.300 quilômetros até vilarejos de ribeirinhos às margens do Rio Amazonas, no Pará. E este ano, com um agravante: a seca. Um trajeto da viagem terá que ser feito de ônibus, carregando medicamentos e equipamentos clínicos e odontológicos.

Mas para os expedicionários que há três anos seguidos participam do Projeto Humanika, nem uma dificuldade é obstáculo. O que importa é oferecer atendimento de saúde a populações que muitas vezes nunca viram um médico na vida.

Na expedição deste ano, serão aproximadamente 30 integrantes entre médicos, dentistas e estudantes do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão. Como explica a ginecologista Carolina Ferrari, professora do curso de medicina.

“Vamos com médicos e dentistas, além dos estudantes dos cursos. Vamos passeando pela margem do Rio Amazonas para fazer os atendimentos”, explica.

Uma parte da equipe embarca nesse sábado e os atendimentos começam na segunda-feira, 25. A viagem é cheia de desafios. Serão 10 dias de expedição em que os voluntários farão atendimentos médicos e odontológicos e pequenos procedimentos cirúrgicos. A dra. Carolina está indo pela segunda vez e diz que apesar das dificuldades da viagem o projeto é apaixonante porque os pacientes são muito gratos ao trabalho oferecido.

“Essa é minha segunda expedição, é algo apaixonante ajudar. É uma população carente, que tem pouquissímo acesso a medicamentos, além de serem populações isoladas do perímetro urbano. Quando a gente chega, são pessoas muito gratas conosco”, afirma.

Para os estudantes, a experiência é também única. Longe de centros urbanos, numa região tão carente, a medicina é exercida a partir do olhar clínico do profissional. A estimativa é que sejam realizados até 1.500 procedimentos médicos.

image
Foto: Divulgação

Ouça a reportagem completa na CBN Maringá.

Pauta do Leitor

Aconteceu algo e quer compartilhar?
Envie para nós!

WhatsApp da Redação
Geral

Sudeste do Brasil deve registrar mais calor e tempo firme em fevereiro


O mês de fevereiro de 2026 deve ter mais calor e tempo mais firme no Sudeste do Brasil em comparação…


O mês de fevereiro de 2026 deve ter mais calor e tempo mais firme no Sudeste do Brasil em comparação…

Geral

Brasileiro é espancado por grupo de ao menos cinco pessoas em estação de esqui na França


Um brasileiro de 41 anos foi espancado por um grupo de ao menos cinco pessoas na última quinta-feira, 29, na…


Um brasileiro de 41 anos foi espancado por um grupo de ao menos cinco pessoas na última quinta-feira, 29, na…

Geral

Plano de ataque na Avenida Paulista: cinco suspeitos foram detidos já em frente ao Masp


Ao menos cinco suspeitos de integrar o grupo que planejava um ataque com uso de bombas caseiras na Avenida Paulista,…


Ao menos cinco suspeitos de integrar o grupo que planejava um ataque com uso de bombas caseiras na Avenida Paulista,…