
A história de Oluwabunmi Aduké Coutinho Bello, chamada carinhosamente pela família como Bunmi, de 3 anos, moradora do bairro Anchieta, no Rio de Janeiro, chama atenção para os sinais silenciosos do câncer infantil e a importância do diagnóstico precoce.
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A menina, que já havia enfrentado problemas de saúde desde o nascimento, foi diagnosticada com hepatoblastoma — um tumor raro no fígado — após uma sequência de sintomas inicialmente atribuídos a fases comuns da infância.
Bunmi nasceu com dextrocardia e má formação pulmonar, o que exigiu internação por dois meses ainda recém-nascida. Após estabilização, passou a se desenvolver bem, atingindo os marcos esperados para a idade. No entanto, meses depois, sinais sutis começaram a surgir.
A perda de peso, redução do apetite e episódios de febre foram os primeiros alertas. A barriga inchada, que inicialmente parecia apenas uma alteração passageira, se tornou um dos principais sinais de que algo mais grave poderia estar acontecendo. A família chegou a associar a falta de apetite a uma fase comum da infância, como o nascimento dos dentes.
A preocupação aumentou quando os sintomas persistiram. A pediatra, que já acompanhava o caso, decidiu aprofundar a investigação e encaminhou Bunmi para uma nutróloga, além de solicitar exames de imagem.
Exames revelaram tumor avançado
A investigação incluiu exames de sangue, que apontaram níveis muito elevados de alfafetoproteína — marcador frequentemente associado a tumores hepáticos. Na sequência, tomografia e biópsia confirmaram o diagnóstico de hepatoblastoma.
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