Ícone do samba, Arlindo Cruz morreu nesta sexta-feira, 8, aos 66 anos, no Rio de Janeiro. O cantor estava internado desde março, após ser diagnosticado com pneumonia.
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O artista enfrentava, desde 2017, as consequências de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico que sofreu enquanto tomava banho. O sangramento no cérebro provocou danos irreversíveis e mudou completamente sua rotina.
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“Mesmo após o controle do sangramento, muitas sequelas permanecem, pois o tecido cerebral não se regenera de forma completa. A longo prazo, o paciente pode precisar de reabilitação contínua e apresentar limitações importantes na vida diária”, explica o neurocirurgião Victor Hugo Espíndola, especialista em doenças cerebrovasculares.
Com sequelas graves, Arlindo vivia com mobilidade reduzida, dependia de traqueostomia e se alimentava por sonda, por meio de gastrostomia. Essa condição aumentava o risco de complicações respiratórias, como a pneumonia que levou à sua internação em julho deste ano.
Durante o tratamento, o quadro piorou com a descoberta de uma infecção causada por uma bactéria resistente, e o sambista deixou de responder aos estímulos.
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