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28 de março de 2026

Astrônomos explicam como é possível prever eclipses com antecedência


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online Publicado 28/03/2026 às 09h26
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Seja lunar ou solar, a ocorrência de eclipses sempre é um espetáculo à parte nos céus terrestres. Em 2026, já fomos presenteados com um “anel de fogo” (eclipse solar) e uma Lua de sangue (eclipse lunar). Mas se engana quem pensa que a temporada de fenômenos astronômicos já acabou. No Brasil, mais dois acontecerão ainda este ano, mas vários outros estão previstos para 2027. Entre eles estão:

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Foto: Reprodução
  • um eclipse solar parcial em 12 de agosto de 2026;
  • um eclipse lunar parcial em 28 de agosto de 2026;
  • um eclipse solar anular em 6 de fevereiro de 2027;
  • um eclipse lunar penumbral em 20 de fevereiro de 2027;
  • um eclipse solar parcial em 2 de agosto de 2027;
  • um eclipse lunar penumbral em 17 de agosto de 2027.

Mas a dúvida que paira no ar é: como os especialistas conseguem prever a ocorrência de eclipses com tanta antecedência?

Segundo astrônomos entrevistados pelo Metrópoles, não se trata de um presságio aleatório, mas sim de análises baseadas em leis físicas – como da relatividade geral, proposta por Albert Einstein – cálculos e dados observacionais históricos.

“Para prever eclipses, é preciso conhecer principalmente a posição da Terra e da Lua, além do Sol, cujo movimento é mais lento em relação a essa geometria. As órbitas da Terra e da Lua são conhecidas com bastante precisão há muitos anos. Por isso, prever eclipses não é algo particularmente difícil”, explica a astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional, instituto científico vinculado ao Ministério da Ciência.

O astrônomo Thiago Gonçalves afirma que todos os cálculos realizados para a definição da data são realizados em computadores, mas não é preciso um modelo extremamente avançado para realizar a tarefa.

“Prever eclipses não exige supercomputadores. As equações envolvidas são relativamente simples em comparação com outros problemas da astrofísica, e podem ser resolvidas até mesmo em um computador pessoal ou em um laptop comum”, diz o diretor do Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Clique aqui e leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online. 

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