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08 de abril de 2026

Beijos e mão na coxa: aluna filma abuso cometido por servidor do TST; veja vídeo


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online Publicado 08/04/2026 às 17h42
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Foto: material cedido ao Metrópoles

Em Águas Claras, onde a segurança é valorizada em condomínios fechados, um horror silencioso se materializou sob o pretexto da educação. O reforço acadêmico para uma estudante, de 16 anos, transformou-se em medo ocasionado por toques indesejados, importunação sexual e ameaças. Em pânico, a família da vítima procurou as autoridades, e a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) passou a apurar o caso de abuso cometido por um servidor do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que ministra aulas particulares de matemática.

Incomodada e sentindo que os limites estavam sendo ultrapassados, a adolescente tomou uma decisão crucial: materializar o crime. Utilizando o celular para gravar os encontros na sala de estudos do prédio onde reside, ela conseguiu capturar evidências contra seu professor, Elmer Catarino Fraga, 63 anos. Ele também é técnico judiciário e está lotado no Núcleo de Policiamento Ostensivo do TST.

É sob essa fachada pedagógica que o servidor é acusado de cometer crimes de importunação sexual e ameaça contra a aluna. A coluna apurou que as aulas de matemática tiveram início em setembro de 2023. Durante os primeiros dois anos, o relacionamento entre professor e aluna manteve-se estritamente profissional. No entanto, o comportamento de Elmer sofreu mutação drástica no fim do segundo semestre de 2025.

Postura invasiva

O professor passou a adotar postura invasiva. Ele fazia questão de manter proximidade física desnecessária, ocupando o espaço pessoal da jovem de forma intimidadora. Registrar os abusos se tornou a forma de defesa da vítima.

As imagens, que já estão em posse da PCDF, são descritas como “perturbadoras”. Nelas, o servidor é flagrado passando as mãos pelas coxas da estudante de forma lasciva; acariciando o pescoço e deslizando os dedos pela nuca da garota, além de manter conversas de teor estritamente sexual, questionando, inclusive, se a jovem consumia conteúdos eróticos na internet.

Leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online. 

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