Cardiologista aponta hábito noturno comum que pode aumentar a pressão


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online
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Especialistas em sono da Universidade Flinders, na Austrália, estiveram à frente de um estudo publicado na revista médica Nature Digital Medicine. Foto: Freepik | Reprodução

Especialistas em sono da Universidade Flinders, na Austrália, estiveram à frente de um estudo publicado na revista médica Nature Digital Medicine. Na pesquisa, os autores descobriram que indivíduos, sobretudo homens de meia-idade com sobrepeso e que roncam enquanto dormem à noite, têm maior risco de apresentar pressão alta e descontrolada.

cardiologista Firmino Haag explica a relação entre o ronco e a hipertensão. De acordo com o coordenador do Hospital Albert Sabin (HAS), de São Paulo, esse hábito frequente, principalmente quando associado a pausas na respiração e sono fragmentado, aumenta a atividade do sistema nervoso simpático e provoca quedas repetidas de oxigênio, favorecendo o aumento da pressão arterial.

O médico intensivista e de emergência salienta que roncar é um perigoso, porque, na maioria das vezes, reflete uma obstrução das vias aéreas superiores durante o sono, com repercussões diretas sobre o coração, o cérebro e o metabolismo. Segundo o especialista, pessoas com ronco grave e apneia têm maior chance de desenvolver doenças cardiovasculares e diabetes.

“Roncar frequentemente está associado à apneia obstrutiva do sono, que provoca pausas na respiração, quedas de oxigênio e surtos de adrenalina, levando ao aumento da pressão arterial, hipertensão resistente, arritmias e maior risco de infarto e acidente vascular cerebral”, defende Firmino.

Leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online. 

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