
Condenado a 35 anos de prisão pelo assassinato de uma enteada em 2009, Ivano Vaz Cunha, de 49 anos, estava em regime aberto e utilizava tornozeleira eletrônica quando morreu carbonizado ao lado de outra enteada, a estudante de direito Laiane Cardoso Noleto, de 19, em Araguaína, no norte do Tocantins. Ela foi sepultada na quinta-feira, 4.
- Entre no canal do GMC Online no Instagram
- Acompanhe o GMC Online no Instagram
- Clique aqui e receba as nossas notícias pelo WhatsApp.
A morte dos dois ocorreu na quarta, 3, e é investigada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Segundo a Polícia Militar, testemunhas relataram ter ouvido uma explosão antes do incêndio. Os corpos foram encontrados dentro de um quarto da residência. As vítimas estavam sem roupa na parte inferior do corpo, e um galão com vestígios de gasolina foi localizado no imóvel.
Documentos revelados pela TV Anhanguera mostram que Ivano foi condenado pelo homicídio de uma jovem que também era sua enteada. Apesar da pena de 35 anos em regime fechado, ele progrediu no sistema prisional e, desde 2024, era monitorado por tornozeleira eletrônica.
Em nota, a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) informou que o monitoramento do condenado ocorria por determinação do Poder Judiciário. Segundo a pasta, Ivano havia obtido autorização judicial para exercer trabalho externo no setor de vendas, o que permitia deslocamentos por todo o estado.
Clique aqui e leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online.