
Se o matagal do Polo JK, em Santa Maria, é o trono em que a “Devoradora do Cerrado” reina absoluta entre espasmos e sombras, uma via asfaltada logo adiante guarda um segredo igualmente voraz, mas de outra natureza.
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Nas ruas desertas que serpenteiam o centro industrial, a poucos metros de onde a morena platinada atrai suas presas, o cenário muda, mas a temperatura mantém os níveis de pura ebulição.
Virando a esquina, o jogo é outro e ninguém entra sem a “supervisão de um profissional”. O que rola é uma verdadeira “luta de espadas” entre homens que não buscam o perfume feminino, mas o vigor bruto de outros homens.
“Pau quebra” ao entardecer
A reportagem da coluna, infiltrada em um dia da semana, no fim do horário comercial, identificou um trecho específico em que o silêncio industrial é rompido pelo som de portas de carros se abrindo. Não há convites formais ou jantares à luz de velas. O código é visual, instintivo e imediato.
Naquele “reduto de testosterona”, homens de todas as idades estacionam seus veículos de forma estratégica. As luzes se apagam, mas o movimento não para. Em questão de segundos, o que se vê é o “pau quebrando”.
Sem as amarras das convenções sociais, os frequentadores partem para o embate direto: corpos que se chocam contra o lombo de outros, mãos que exploram com urgência e uma energia motora que toma conta do asfalto perfeito de Santa Maria.
Leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online.