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03 de março de 2026

“Ela se sentia muito culpada”, diz mãe de vítima de estupro coletivo


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online Publicado 03/03/2026 às 09h40
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A mãe da adolescente de 17 anos vítima de um estupro coletivo em Copacabana, afirmou que a filha sentiu vergonha e culpa após o crime. O caso ocorreu em 31 de janeiro e é investigado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ). Cinco suspeitos são apontados como responsáveis e estão foragidos da Justiça. 

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

Segundo a mulher, que não teve a identidade divulgada, a jovem chegou a cogitar desistir da vida, com receio do julgamento das pessoas.

“Ela se sentia muito culpada e que iria desistir da vida por vergonha, porque achava que, por onde ela passasse, todo mundo iria apontá-la como estuprada e como culpada”, relatou a mãe.

Em entrevista ao G1 e à TV Globo, a mãe contou que a filha havia ido ao apartamento acreditando que encontraria apenas um amigo, mas foi obrigada a ter relação sexual. “Ela disse ‘não’, e eles teriam de respeitar. Ela está conseguindo se conscientizar de que ela não tem culpa, não está sozinha e o ‘não’ dela é muito precioso e importa”, afirma.

O caso

Segundo a PCERJ, a vítima relatou que foi convidada por mensagem do ex-namorado para ir em seu apartamento, em Copacabana, no dia 31 de janeiro. Ao chegar ao prédio, o suspeito, de 17 anos, insinuou que fariam “algo diferente”, o que foi prontamente recusado pela adolescente.

Ela foi trancada em um quarto com os acusados, onde foi agredida e estuprada.

Os acusados são: João Gabriel Xavier Bertho, 19 anos; Vitor Hugo Oliveira Simonin, 18; Bruno Felipe dos Santos Alegretti, 18; e Mattheus Verissimo Zoel Martins, 19. Além deles, há um quinto suspeito, que não foi identificado, menor de 18 anos.

Os suspeitos responderão pelo crime de estupro. O menor de idade responderá por ato infracional análogo ao mesmo crime.

Imagens de câmeras de segurança do prédio registraram um dos envolvidos, de 17 anos, fazendo gestos descritos pelos policiais como de “comemoração” após a vítima deixar o apartamento onde o crime teria acontecido.

O delegado Ângelo Lajes, da 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), responsável pela investigação, informou que o crime foi uma “emboscada planejada” e que os envolvidos podem ser condenados a quase 20 anos de prisão.

Veja o vídeo e leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online. 

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