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24 de janeiro de 2026

Exame toxicológico na CNH: entenda como funciona e drogas detectadas


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online Publicado 24/01/2026 às 09h58
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Foto: Reprodução | Freepik

Em dezembro de 2025, o Congresso Nacional ampliou a exigência do exame toxicológico para a emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Com essa mudança, os candidatos à primeira habilitação nas categorias A e B também precisam apresentar resultado negativo no teste.

O exame identifica o uso de drogas ao longo dos últimos meses, o que levou muitos futuros motoristas a buscar informações sobre o que, de fato, pode levar à reprovação.

Dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), referentes ao período de 2021 a 2025, mostram que a cocaína é a substância com mais frequência de detecção nos exames aplicados a motoristas das categorias C, D e E.

Segundo estimativa da Chromatox, laboratório de exames toxicológicos credenciado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), a nova regra deve gerar entre 1,3 milhão e 2 milhões de novos exames em 2026, um crescimento superior a um terço em relação ao mercado atual.

Entretanto, esse número não significa necessariamente que a cocaína seja a mais consumida. Na verdade, a explicação vem de que uma única exposição à droga pode deixar vários vestígios no organismo, todos identificáveis pelo exame.

Quais drogas podem reprovar no exame toxicológico?

No exame toxicológico da CNH, as drogas são analisadas em conjunto, de acordo com o tipo. Caso alguma substância presente nesse grupo seja encontrada no período de análise, o teste é considerado reprovado. O Metrópoles reuniu as drogas que são detectadas. Confira:

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Como é feito o exame toxicológico para a CNH?

O exame de longa duração utiliza cabelo, pelos ou unhas para verificar o consumo de drogas nos últimos meses, geralmente entre 90 e 180 dias.

O processo começa com a coleta da amostra em laboratórios credenciados e continua com o envio do material para uma análise mais detalhada. O resultado é emitido em um laudo rastreável, seguindo normas que garantem a confiabilidade do exame e evitam qualquer tipo de contaminação ou adulteração.

Leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online. 

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