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08 de abril de 2026

Intenção de consumo das famílias sobe 0,4% em fevereiro ante janeiro, diz CNC


Por Agência Estado Publicado 18/02/2022 às 14h21 Atualizado 20/10/2022 às 14h00
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A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), indicador apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), cresceu 0,4% em fevereiro ante janeiro, para 77,6 pontos, informou nesta sexta-feira, 18, a entidade. É o maior nível do ICF desde maio de 2020, quando atingiu 81,7 pontos.

Na comparação com fevereiro de 2021, o aumento foi de 4,6%.

Mesmo com a alta deste mês, o ICF segue abaixo do nível de satisfação (100 pontos), como ocorre desde 2015.

A alta de fevereiro foi puxada por uma melhoria nas condições de consumo no presente. O subíndice Consumo Atual teve o avanço mais significativo do mês, de 3,9% ante janeiro. Além disso, 16% das famílias disseram ter percebido um aumento de seu consumo no presente, maior proporção desde abril de 2020. O subíndice Renda Atual cresceu 2,1% ante janeiro. A proporção de famílias que perceberam uma melhora na sua renda ficou em 21,7%, maior proporção desde junho de 2021.

A percepção sobre o mercado de trabalho também melhorou. O subíndice Perspectiva Profissional atingiu 90,8 pontos, alta de 0,9% ante janeiro e de 1,2% sobre fevereiro de 2021. A parcela de famílias que avaliaram esse item de forma negativa reduziu para o menor patamar desde abril de 2020, 48,9%. Em janeiro, esse porcentual era de 50,3% e, em fevereiro de 2021, de 50,8%.

O ICF também registrou os efeitos da alta de juros, por causa do ciclo de aumento da taxa básica Selic (de 2% ao ano, em março de 2021, para 10,75% ao ano atualmente). Por causa disso, o único subíndice do ICF a registrar queda em fevereiro foi Momento para Duráveis, com tombo de 7,7% ante janeiro, o sexto mês seguido de queda. Na comparação com fevereiro de 2021, a queda foi de 9,2%.

Por outro lado, houve alta de 0,7% ante janeiro no subíndice Acesso ao Crédito, após quatro meses de queda. Em nota, a CNC ressaltou que essa alta sugere que, apesar da alta da Selic, “o crédito continua sendo um importante indutor do consumo”.

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