Médico lista 3 sinais de que o seu intestino não está saudável
Não é exagero dizer que o intestino é um dos órgão mais importantes do corpo humano — além da digestão, ele está intimamente ligado à imunidade, à saúde mental e ao metabolismo. Ao primeiro sinal de desregulação do sistema digestivo, é preciso estar atento: pode ser indício de doenças inflamatórias, funcionais, autoimunes e, em casos mais graves, até câncer.
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Bernardo Martins, médico gastroenterologista do Hospital Santa Lúcia Norte, explica que o funcionamento do intestino deve acontecer sem nenhum incômodo, de forma que o paciente “nem perceba que ele existe”. Pequenas mudanças no padrão de atividade já merecem um cuidado atencioso.
“Quando começamos a ter uma percepção que o intestino está trabalhando, é sinal de que algo não está indo bem. Às vezes, essa compreensão vem por meio de cólica; às vezes, por meio de pontadas e de aumento de gases”, lista o médico.
Frequência no banheiro
Aspectos na hora de evacuar comumente são as primeiras a revelarem a presença de doenças do trato intestinal, como a mudança na consistência das fezes, presença de produtos patológicos — muco ou sangue — e até mesmo mudança na frequência da ida ao banheiro. O médico aponta que esse é um padrões de funcionamento individual, mas que precisa ser respeitado.
Sensação de esvaziamento incompleto
Uma das queixas que poucas pessoas valorizam na rotina, mas é um ótimo termômetro da saúde do intestino é a sensação de esvaziamento incompleto. “A pessoa vai ao banheiro, evacua e, ao terminar, sente que ainda tem alguma coisa para sair”, explica o gastroenterologista. Esse sintoma pode indicar constipação crônica, Síndrome do Intestino Irritável, Doenças de Crohn e presença de pólipos — anomalias no tecido da parede do cólon e do reto que podem se tornar um câncer colorretal.
Sintomas fora do intestino
Há ainda as alterações no corpo que não necessariamente estão no intestino, mas tem relação com o órgão: alterações na mucosa da boca, cutâneas, articulares e até mesmo oftalmológicas. “Temos tanto achados típicos do trato gastrointestinal, como manifestações totalmente longe da barriga”, garante.
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