Acusado de matar dois colegas a tiros após uma briga no bairro Alphaville Plus, Barueri, na Grande São Paulo, nesta sexta-feira, 16, o médico Carlos Alberto Azevedo Silva Filho já havia sido preso em 2025, mas acabou liberado pela Justiça. Na decisão que revogou a prisão preventiva da época, o juiz afirmou que a liberdade do médico de 44 anos não traria “riscos à ordem pública”.
O julgamento diz respeito a um caso de agressão e injúria racial contra funcionários de um hotel em Aracaju (SE) no ano passado. Conforme publicado pelo Metrópoles na época, Carlos Alberto chegou visivelmente embriagado e alterado no Hotel Vidam. Na situação, ele atacou fisicamente um funcionário, ofendeu outro com frases de cunho racista e ainda quebrou móveis e objetos do local.
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Após ser detido pela Polícia Militar de Sergipe (PMSE), o médico foi levado ao Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), na capital sergipana.
Cerca de um mês depois, o juiz do caso revogou a prisão preventiva e estabeleceu medidas cautelares previstas em lei. Entre as determinações, estavam o pagamento de fiança no valor de 10 salários mínimos, a obrigação de se apresentar mensalmente à Justiça e a impossibilidade de deixar a comarca sem autorização.
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