
A família de Joice Batiston, de 27 anos, cobra respostas sobre a morte da jovem após pegar uma corrida por aplicativo em Varginha, no Sul de Minas. Ela saiu de casa para assistir ao jogo do Brasil contra Haiti com amigas na noite da última sexta-feira (19/6), mas não chegou ao destino.
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Segundo os parentes, Joice trabalhava como balconista em um supermercado e aproveitou a folga para encontrar as amigas em um bar e restaurante da cidade.
Ela deixou a casa por volta das 21h45, dizendo que seguiria para o estabelecimento e pegou um transporte por aplicativo da empresa 99. No entanto, após perderem contato com a jovem, os familiares foram informados de que ela havia sido encontrada ferida por policiais militares na Avenida Perimetral, no meio do trajeto até o destino, próximo a um espaço de eventos.
Ela foi encaminhada para a UPA da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.
De acordo com a família, Joice apresentava um corte na região da testa e outros ferimentos pelo corpo. A princípio, acreditava-se que a vítima pudesse ter se envolvido em um acidente de trânsito e ter sido atropelada.
A irmã relata ainda que observou escoriações nos joelhos e nas mãos. Já durante os procedimentos no Instituto Médico-Legal (IML), os familiares afirmam ter notado sangramento na região íntima.
“Se tivesse sido um atropelamento, eu imaginava que teria um braço quebrado. Mas ela estava toda ralada, como alguém que caiu no chão. O rosto era a região mais machucada”, relatou a irmã ao Metrópoles, nesta segunda-feira (22/6), acrescentando que as roupas da vítima estavam rasgadas: “Como se tivesse tido uma briga”.
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