Neste mês de fevereiro, a campanha Fevereiro Roxo reforça a importância da conscientização sobre o Alzheimer, uma doença que não tem cura, mas pode ser tratada e ter a progressão retardada com o diagnóstico precoce. Quem acompanha de perto essa realidade é o neurologista Carlos Uribe, do Hospital de Base do Distrito Federal, que conta com cerca de 300 pacientes fazendo acompanhamento ambulatorial para a doença, condição que exige atenção aos primeiros sinais.
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Segundo o especialista, embora seja comum associar esquecimentos ao envelhecimento, algumas manifestações não devem ser ignoradas. “As pessoas costumam achar que é algo normal da idade e demoram a procurar um médico, o que acaba atrasando o diagnóstico”, afirma.
De acordo com o neurologista, os primeiros sinais do Alzheimer incluem esquecimentos frequentes que interferem na rotina, mudanças de humor e comportamento, repetição constante de perguntas e dificuldade para encontrar palavras ou acompanhar conversas. “É preciso atenção quando essas alterações começam a comprometer o dia a dia. Muitas vezes, é a família que percebe que algo não está certo e leva o idoso para avaliação médica”, explica.
Outros sintomas comuns são dificuldade para dirigir ou encontrar caminhos conhecidos, tendência ao isolamento, perda da capacidade de resolver problemas simples e dificuldade para manter uma linha de raciocínio. Para Uribe, reconhecer esses sinais logo no início é fundamental para garantir um acompanhamento adequado e melhorar a qualidade de vida do paciente.
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