Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar nosso portal, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

29 de março de 2026

Oftalmologista alerta: menopausa pode comprometer a visão feminina


Por Redação GMC Online Publicado 29/03/2026 às 13h17
Ouvir: 00:00
image
Foto: Canva

A chegada da menopausa traz transformações que vão muito além das ondas de calor e alterações de humor. Uma das facetas menos discutidas, mas igualmente impactantes dessa fase, é a saúde ocular. A drástica redução nos níveis de estrogênio interfere diretamente na produção lacrimal, desencadeando desconfortos que, se negligenciados, podem prejudicar a rotina e a qualidade de vida das mulheres.

Entenda

  • Déficit de lubrificação: a queda do estrogênio reduz a umidade natural, provocando a síndrome do olho seco.
  • Sintomas comuns: ardor, vermelhidão, sensibilidade à luz e visão embaçada são sinais de alerta frequentes.
  • Agravamento de quadros: doenças oculares pré-existentes podem se intensificar devido à instabilidade hormonal.
  • Prevenção é chave: o uso de colírios específicos e pausas no uso de telas ajudam a mitigar os danos severos.

De acordo com o oftalmologista Antônio Sardinha, do Hospital de Olhos de Cuiabá (HOC), a queixa de secura ocular é uma das mais recorrentes em seu consultório quando se trata do público feminino nesta faixa etária.

“Com a redução hormonal, há uma diminuição na lubrificação natural dos olhos, o que pode causar sensação de ardência e até visão embaçada em alguns momentos”, explica o especialista.

O problema é que muitos desses sintomas acabam camuflados pela rotina exaustiva. Segundo o médico, é comum que as pacientes associem o desconforto apenas ao cansaço ou ao uso excessivo de dispositivos eletrônicos, quando, na verdade, a causa é fisiológica.

“Condições como a síndrome do olho seco tendem a se tornar mais evidentes, e a paciente pode passar a perceber maior sensibilidade à luz e desconforto ao usar telas por longos períodos”, destaca Sardinha.

Leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online.

Pauta do Leitor

Aconteceu algo e quer compartilhar?
Envie para nós!

WhatsApp da Redação