Segundo a Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), 10 milhões de pessoas no Brasil têm a doença caracterizada pela perda progressiva de massa óssea, o que resulta no enfraquecimento dos ossos tornando-os suscetíveis a fraturas. Considerada silenciosa, a condição costuma acometer especialmente idosos, mas também pode afetar crianças, adolescentes e jovens adultos.
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Evitar a osteoporose e o enfraquecimento ósseo requer movimento, conforme explica o médico Luiz Felipe Carvalho. Ortopedista especialista em coluna vertebral e medicina regenerativa, ele ressalta que o hábito que mais deixa os ossos fracos é, sem dúvidas, o sedentarismo, principalmente quando associado à pouca exposição solar.
“A ausência de impacto e carga reduz o estímulo para a formação óssea, acelerando a perda de densidade”, defende o pesquisador de terapias celulares e longevidade. Diplomado pela Academia Americana de Medicina Regenerativa (AABRM), Luiz Felipe enfatiza que, devido à falta de movimento, o corpo entende que não precisa reforçar a estrutura. Ele pontua sobre a pouca ou mínima exposição ao sol.
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