As pandemias não são um fenômeno moderno, tampouco raro. A história registra ciclos repetidos em que microrganismos saltam de espécie, encontram um ambiente propício e se espalham antes que os sistemas de saúde consigam reagir. O avanço tecnológico reduziu algumas vulnerabilidades, mas ampliou outras: o mundo está mais conectado, mais urbano e mais sujeito a desequilíbrios climáticos que aceleram a circulação de vírus.
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Especialistas ouvidos pelo Metrópoles explicam que, mesmo que seja possível evitar que surtos locais ganhem proporções globais, eliminar totalmente o risco é impossível. Os vírus evoluem rápido, adaptam-se a novos hospedeiros e exploram falhas de vigilância. Por isso, quando a detecção ocorre tarde, a transmissão supera as tentativas de contenção.
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Por que as pandemias acontecem?
Os vírus acumulam mutações o tempo todo e muitas dessas alterações passam despercebidas até que uma combinação específica permita ao microrganismo se ajustar a um novo hospedeiro e encontrar condições para se espalhar.
O processo faz parte da evolução natural desses patógenos e ocorre tanto em vírus quanto em bactérias. A cada nova mutação, surgem chances diferentes de adaptação, o que ajuda a explicar por que alguns surtos aparecem sem aviso prévio.
A infectologista Giovanna Marssola, do Hospital Samaritano Higienópolis, da Rede Américas, explica que o salto entre espécies depende de fatores biológicos e também das condições do ambiente.
Leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online.