Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar nosso portal, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

02 de fevereiro de 2026

Pecuarista é multado em 310 mil reais por manter casal em barracão


Por Redação GMC Online Publicado 01/08/2023 às 15h23
Ouvir: 00:00
Foto por MPT-MS

O pecuarista conhecido como “Carlinhos Boi” acabou multado em R$ 300 mil por danos morais coletivos e em R$ 10 mil por dano moral individual, após submeter um funcionário a condições análogas à escravidão em Corumbá, em Mato Grosso do Sul. O caso é investigado pela Polícia Civil com o apoio da Polícia Militar Ambiental.

Identificado como proprietário da Fazenda Rancho Nossa Senhora Aparecida e do Sítio Retiro Tamengo, Carlos Augusto de Borges Martins mantinha o casal em um local sem banheiro e água potável, junto com os animais criados no local.

De acordo com informações do Ministério Público do Trabalho de Mato Grosso do Sul (MPT-MS), o funcionário trabalhava no rancho há mais de dois meses, sem carteira assinada, recebendo R$ 60 reais por hectare de terra roçada – valor nunca repassado pelo pecuarista.

Ainda nesses dois meses, o casal foi informado por Carlinhos Boi de uma dívida superior a R$ 2 mil, referente à alimentação fornecida pelo patrão durante o período em que os dois permaneceram no local. O pecuarista alegou que o funcionário apenas realizava “changas” (termo popular para trabalho temporário) e, ainda, declarou que não devia nada ao homem, pois havia levado diversos mantimentos ao casal. A vítima e a esposa, de identidades preservadas, moravam em um barracão improvisado, de chão batido, com paredes e telhado feitos de caixas plásticas, madeiras e lonas.

Antes de ficar no espaço improvisado, o funcionário e a esposa dele tiverem de morar em um chiqueiro. No barracão, não havia móveis, utensílios básicos e banheiro. O casal fazia as necessidades fisiológicas no mato. A água consumida era retirada do rio, e eles dependiam do pecuarista para fornecer alimentos, o que, na maioria das vezes, não acontecia. Os dois precisavam pedir doações dos vizinhos para sobreviver.

As informações são do TN Online

Pauta do Leitor

Aconteceu algo e quer compartilhar?
Envie para nós!

WhatsApp da Redação
Geral

Prédio de quatro andares desaba em Guarulhos, na Grande SP; ninguém ficou ferido


Um prédio de quatro andares desabou na madrugada desta segunda-feira, 2, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. De…


Um prédio de quatro andares desabou na madrugada desta segunda-feira, 2, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. De…

Geral

SP: mulher é achada morta em casa da zona sul; filha de 2 anos estava no berço e foi socorrida


Uma mulher de 34 anos foi encontrada morta dentro de casa na manhã deste domingo, 1º, no bairro da Saúde,…


Uma mulher de 34 anos foi encontrada morta dentro de casa na manhã deste domingo, 1º, no bairro da Saúde,…

Geral

Cão Orelha: se ele fez alguma coisa e ficar provado, tem que responder, diz pai de adolescente


A repercussão do caso do cão Orelha, vítima de agressões em Santa Catarina, motivou manifestações no País neste fim de…


A repercussão do caso do cão Orelha, vítima de agressões em Santa Catarina, motivou manifestações no País neste fim de…