Polícia deve pedir prisão de coronel casado com PM encontrada morta


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online
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Foto: Instagram/Reprodução

Polícia Civil deve pedir a prisão do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, marido da policial militar (PM) Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro na residência onde o casal morava no Brás, centro da capital.

Inicialmente, o Metrópoles havia informado que o pedido de prisão já havia sido feito pela polícia, mas segundo fontes da Secretaria da Segurança Pública (SSP) ele ainda não havia sido formalizado até a atualização desta reportagem, às 16h36.

O caso vinha sendo tratado pela polícia como morte suspeita, após, inicialmente, ser registrado como suicídio. O coronel Geraldo disse, em depoimento, que a mulher havia se matado após uma discussão em que ele teria anunciado que queria se separar. Ele alegou que estava no banho quando escutou o tiro e que, ao sair do banheiro, encontrou a mulher ferida na sala — a família da PM contesta essa versão.

Gisele chegou a ser socorrida, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.

Perícias e imagens de câmeras de segurança, além de depoimentos de testemunhas, integram o conjunto de provas que tentam reconstruir o que aconteceu no apartamento no dia do crime.

Laudo aponta esganadura

O laudo necroscópico do corpo de Gisele revelou a presença de lesões no pescoço e rosto da vítima, apresentando sinais de que ela teria desmaiado pouco antes de ser baleada na cabeça.

No documento, elaborado após a exumação do corpo da vítima, realizada na última sexta-feira (6/3), consta que as lesões teriam sido feitas por meio de “pressão digital e escoriação compatível com marcas de unha”.

Leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online. 

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