
A Polícia Civil deve pedir a prisão do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, marido da policial militar (PM) Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro na residência onde o casal morava no Brás, centro da capital.
Inicialmente, o Metrópoles havia informado que o pedido de prisão já havia sido feito pela polícia, mas segundo fontes da Secretaria da Segurança Pública (SSP) ele ainda não havia sido formalizado até a atualização desta reportagem, às 16h36.
- LEIA TAMBÉM: Chuvas e sujeira afetam abastecimento de água em 25% dos imóveis de Maringá; veja regiões mais afetadas
O caso vinha sendo tratado pela polícia como morte suspeita, após, inicialmente, ser registrado como suicídio. O coronel Geraldo disse, em depoimento, que a mulher havia se matado após uma discussão em que ele teria anunciado que queria se separar. Ele alegou que estava no banho quando escutou o tiro e que, ao sair do banheiro, encontrou a mulher ferida na sala — a família da PM contesta essa versão.
- LEIA TAMBÉM: Moradores de Maringá e região faturam prêmios de R$ 1 mil no Nota Paraná; veja os bairros contemplados
Gisele chegou a ser socorrida, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.
Perícias e imagens de câmeras de segurança, além de depoimentos de testemunhas, integram o conjunto de provas que tentam reconstruir o que aconteceu no apartamento no dia do crime.
Laudo aponta esganadura
O laudo necroscópico do corpo de Gisele revelou a presença de lesões no pescoço e rosto da vítima, apresentando sinais de que ela teria desmaiado pouco antes de ser baleada na cabeça.
No documento, elaborado após a exumação do corpo da vítima, realizada na última sexta-feira (6/3), consta que as lesões teriam sido feitas por meio de “pressão digital e escoriação compatível com marcas de unha”.
Leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online.