Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar nosso portal, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

01 de fevereiro de 2026

Por que pegar leve na academia não é sinônimo de fraqueza


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online Publicado 18/07/2025 às 08h53
Ouvir: 00:00

Na academia, é comum ver olhares enviesados quando alguém está usando pesos mais leves, como se isso fosse sinônimo de fraqueza ou de “treino fofo”. Mas essa ideia está longe da realidade. Começar ou retomar a musculação com cargas moderadas é uma estratégia fisiológica inteligente.

Below view of unrecognizable bodybuilder preparing for deadlift in a gym.
Foto: Freepik

Segundo o fisioterapeuta Hyago Bhenner, dos hospitais Home, Santa Marta e Anchieta, de Brasília, o corpo precisa passar por um período de adaptação para que os músculos, articulações e sistema neuromotor consigam lidar com os estímulos da musculação de forma segura e eficiente.

“É fundamental respeitar o tempo de adaptação do corpo. O uso de cargas adequadas — nem muito leves, nem excessivas — permite que o sistema musculoesquelético se fortaleça de forma segura”, afirma o especialista. Quando esse processo é ignorado e a pessoa força além do que o corpo suporta, os riscos são altos. “Cargas muito pesadas podem causar lesões como distensões musculares, ruptura de fibras e sobrecarga nas articulações”, alerta Hyago.

A lógica por trás disso é simples: antes de aumentar a carga, é preciso construir uma base sólida de força, técnica e controle motor. O fisioterapeuta explica que o treino de força gera pequenas lesões nas fibras musculares que, durante o descanso, são reparadas (processo que deixa o músculo mais resistente).

“Esse processo exige tempo e persistência. A progressão de carga só deve acontecer conforme o corpo demonstra que está adaptado”, explica.

Um caso de uso indevido de excessivo de peso viralizou nas redes sociais no fim de junho. Um jovem quebrou as duas pernas e deslocou o pé enquanto usava a máquina de agachamento Smith. O caso ocorreu em Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba

Clique aqui e leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online.

Pauta do Leitor

Aconteceu algo e quer compartilhar?
Envie para nós!

WhatsApp da Redação
Geral

Menina de 4 anos desaparecida em MG é encontrada com vida após 48 horas de buscas


Uma menina autista de 4 anos que desapareceu na tarde da quinta-feira, 29, na zona rural de Jeceaba, na região…


Uma menina autista de 4 anos que desapareceu na tarde da quinta-feira, 29, na zona rural de Jeceaba, na região…

Geral

Cachorro comunitário é morto a tiros no interior de SP


Ao menos cinco ataques a cães, em Estados diferentes (Santa Catarina, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul), geraram…


Ao menos cinco ataques a cães, em Estados diferentes (Santa Catarina, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul), geraram…