Quem é a brasileira que aparece entre famosos citados no caso Epstein
Além de nomes como Donald Trump, Woody Allen e Michael Jackson, uma brasileira aparece entre os famosos citados nos mais de 3 milhões de documentos do arquivo de Jeffrey Epstein, empresário acusado de comandar uma rede de exploração sexual.
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O nome da ex-modelo Luma Oliveira surge em uma troca de e-mails de Epstein, morto na prisão em 2019. A mensagem faz parte do acervo divulgado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos em 30 de janeiro.
Os documentos, vídeos e imagens produzidos ao longo de vários anos revelam conexões de Epstein com celebridades, figuras políticas e grandes empresários. Em agosto de 2012, o nome da brasileira aparece em uma troca de mensagens entre o magnata e o agente de modelos francês Jean-Luc Brunel.
Embora o contexto da conversa não fique explícito, Epstein questiona Brunel sobre uma antiga menção à brasileira.
“E a namorada de Eike Batista? Você mencionou isso”, escreveu o empresário. “Eu citei a Luma de Oliveira, ele era ou é casado com ela”, respondeu o francês.

Na época do envio do e-mail, Luma Oliveira já estava separada de Eike Batista havia oito anos. Os dois mantiveram um relacionamento de 13 anos, entre 1991 e 2004. Não há evidências de encontros ou contato direto entre a brasileira e o empresário americano.
Os documentos também indicam que Epstein demonstrava interesse em modelos brasileiras. Segundo o material, ele viajava ao Brasil e mantinha contato com pessoas que forneciam garotas para prostituição, inclusive menores de idade.
Em 2016, ele teria negociado a compra de agências de modelos brasileiras para ter “acesso” às mulheres. “Isso envolveria ter acesso a todas as garotas, e você pode decidir o que fazer com elas”, diz um dos e-mails enviados por Ramsey Elkholy, com quem Epstein tratava das negociações.
O francês Jean-Luc Brunel foi preso em 2020 como parte das investigações do caso, que envolvem acusações de estupro, agressão e assédio sexual. Ele foi encontrado morto em sua cela na prisão de La Santé, em Paris, em 2022. O caso foi tratado como suicídio.
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