
A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser jogada de uma ponte na cidade de Limeira, interior de São Paulo. Ela praticava rope jump e foi atirada por funcionários da empresa Entre Cordas, que não perceberam que ela ainda não estava fixada com a corda de segurança.
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Maria Eduarda chegou a ser atendida por profissionais do SAMU no local do acidente, mas não resistiu aos ferimentos. Em suas redes sociais, Eduarda publicou fotos e um vídeo momentos antes do seu salto. Ela já estava na Ponte do Esqueleto, de onde foi jogada sem a corda.
A jovem era profissional de Educação Física e trabalhava em uma academia da cidade de Jandira, região metropolitana de São Paulo. A academia postou uma mensagem de luto, lamentando a morte da jovem.
“Salto para o extraordinário”
A empresa responsável pelos saltos de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), onde uma mulher de 24 anos morreu neste sábado (13), tinha a premissa de um serviço de “salto para o extraordinário“.
A mensagem aparecia no topo do perfil da Entre Cordas Oficial no Instagram, mas a página com mais de 80 mil seguidores foi deletada. A companhia ainda tinha no perfil a seguinte frase: “Você sonha. A gente realiza.”
A vítima, que ainda não foi identificada, faleceu depois de ser jogada da ponte sem o equipamento adequado de segurança. A empresa não colocou a corda que deveria segurar a jovem, que foi lançada de uma grande altura.
A Polícia Militar atendeu à ocorrência no interior de São Paulo e informou que, segundo as informações preliminares, a vítima participava da atividade acompanhada por instrutores.
Pessoas no local teriam realizado manobras de RCP até a chegada da equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Porém, o óbito foi constatado no local por politraumatismo. A ocorrência permanece em andamento.