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12 de fevereiro de 2026

Sinal de Frank: cardiologista explica quadro que pode anteceder infarto


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online Publicado 12/02/2026 às 08h39
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A morte do influenciador Henrique Maderite, aos 50 anos, após um infarto fulminante, reacendeu um debate nas redes sociais sobre o chamado sinal de Frank.

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Foto: Reprodução / Redes Sociais

Trata-se de uma dobra diagonal no lóbulo da orelha que, segundo especialistas, pode estar associada a maior risco de doenças nas artérias do coração. Médicos reforçam, porém, que o sinal não é uma doença e não causa infarto. Ele pode funcionar apenas como um alerta.

O que é o Sinal de Frank

Descrito pela primeira vez na década de 1970, o sinal de Frank é uma linha ou prega que atravessa o lóbulo da orelha na diagonal. Para o cardiologista Raphael Boesche Guimarães, do Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul, pessoas acima dos 40 anos com a marca podem ter maior chance de apresentar alterações nas artérias coronárias — responsáveis por levar sangue ao coração.

A explicação mais aceita no meio científico é que o sinal de Frank esteja ligado ao envelhecimento precoce dos vasos sanguíneos: com o tempo — e sob influência de fatores como pressão alta, colesterol elevado, diabetes e tabagismo — as artérias perdem elasticidade e podem acumular placas de gordura, processo chamado aterosclerose, que aumenta o risco de infarto e AVC.

Como o lóbulo da orelha é irrigado por microvasos, alterações nesses pequenos vasos e nas fibras de colágeno da região poderiam se manifestar como a dobra visível. Ainda assim, trata-se de uma associação estatística.

“O sinal de Frank não causa o infarto e não confirma doença cardíaca por si só. Ele é um marcador clínico que pode indicar envelhecimento precoce dos vasos sanguíneos, algo que também acontece nas artérias do coração”, explica.

A cardiologista Lívia Sant’Ana reforça que há uma associação estatística, e não de causa e efeito. “O sinal de Frank foi descrito na literatura médica somente como um possível marcador de risco cardiovascular que pode indicar alterações vasculares”, diz.

Clique aqui e leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online. 

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