
Uma testemunha do acidente fatal de rope jump em Limeira, no interior de São Paulo, revelou que até mesmo uma criança de seis anos realizou a atividade momentos antes da queda que causou a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. O depoimento inédito, concedido à EPTV, aponta uma sequência de falhas de segurança e relata o pânico dos organizadores do evento, incluindo a fuga de um dos instrutores logo após a constatação do erro que vitimou a jovem.
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De acordo com o relato de Higor Diniz, que presenciou o ocorrido, o evento oferecia três modalidades de salto: acompanhado por um instrutor, individual com corrida e o arremesso, sendo este último o formato escolhido por Maria Eduarda e considerado o mais perigoso. A testemunha afirmou que os operadores testaram a tração das cordas em todas as rodadas anteriores, inclusive na do menino de seis anos, mas deixaram de realizar a checagem obrigatória justamente antes do arremesso da jovem.
No momento da tragédia, a plataforma de salto estava superlotada e o impacto foi assistido por diversas pessoas, incluindo o público infantil que acompanhava a atração. Logo após perceberem a falha no procedimento, os responsáveis pelo equipamento entraram em desespero.
Diniz relatou que um dos operadores recolheu rapidamente seus pertences e abandonou o local imediatamente, o que, segundo a testemunha, teria sido uma reação de pânico e medo de sofrer agressões físicas por parte das pessoas que testemunharam a cena forte. As informações são da EPTV, afilada da Globo em Campinas.
PRISÕES
A Polícia Civil de São Paulo manteve a prisão em flagrante de três homens envolvidos no lançamento de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas. O desdobramento das investigações aponta que o grupo responsável não possuía empresa constituída e o evento ocorria sem autorização do poder público.
As informações são do TN Online