Veneno de marimbondo vira arma contra o Alzheimer em pesquisa da UnB


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online

Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), estudam o veneno de marimbondo como uma possível forma de frear o avanço do Alzheimer.

Foto: Pixabay

A substância não cura a doença, mas pode ajudar a evitar que o cérebro continue se deteriorando, principalmente se for usada no início do tratamento.

A descoberta partiu de uma observação simples da natureza. A picada do marimbondo é capaz de paralisar pequenas presas sem destruir o sistema nervoso do animal atacado. Isso indicava que a substância age de forma pontual, interferindo na comunicação entre os neurônios, sem matar as células.

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