
O aumento da expectativa de vida de cães e gatos é uma realidade celebrada em todo o Brasil. Impulsionada por avanços na medicina preventiva e pela maior conscientização dos tutores, essa longevidade traz à tona um novo desafio: o envelhecimento saudável. Como a fase sênior é a mais longa na vida dos animais de companhia, a nutrição deixou de ser apenas uma questão de saciedade para se tornar o pilar estratégico que garante anos extras com disposição e menos doenças. É, segundo uma expert, a chave “n°1” para aumentar o tempo ao lado do seu bichinho.
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Entenda
- A fase mais longa: cães e gatos passam a maior parte de suas vidas na fase sênior; cães de grande porte, por exemplo, entram nela já aos 5 anos.
- Mudança biológica: o envelhecimento reduz o metabolismo e altera a composição corporal, exigindo nutrientes que preservem a massa muscular.
- Suporte preventivo: alimentos específicos ajudam a proteger as articulações, fortalecer o sistema imunológico e facilitar a digestão, que se torna mais sensível.
O desafio do envelhecimento prolongado
Ao contrário do que muitos pensam, a velhice canina e felina não é um período curto. Segundo a veterinária Amanda Arsoli, entender o cronômetro biológico de cada animal é fundamental para ajustar a dieta no tempo certo.
“Um cão de grande porte é considerado sênior a partir dos 5 anos de idade e vive, em média, de 10 a 13 anos; os de pequeno porte entram na fase sênior aos 7 anos e vivem cerca de 12 a 15 anos. Já os gatos podem viver até 20 anos e são considerados sênior a partir dos 7 anos. Isso significa que eles passam uma parte significativa da vida na fase em que são considerados idosos”, explica Amanda.
Leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online.