VÍDEO: Orgia a céu aberto é interrompida com megafone em destino paradisíaco famoso de SC
Um vídeo que circula nas redes sociais desde esta quarta-feira, 25, expôs uma situação polêmica na Trilha da Praia da Galheta, em Florianópolis, Santa Catarina. As imagens mostram homens praticando atos sexuais em espaço público, frequentado por famílias e turistas. O flagrante da orgia a céu aberto reacendeu o debate sobre os limites entre liberdade individual e respeito coletivo. As informações são do ND Mais.

O registro foi feito e divulgado pelo político Bruno Souza (PL), que aparece nas imagens utilizando um megafone para interromper a ação. Ao abordar o grupo, ele faz referência à legislação brasileira:
“Código 233, naturismo não é pornografia não, hein”
No vídeo, o político se depara com quatro homens em prática de atos considerados obscenos em plena luz do dia, em um dos trechos da trilha que dá acesso à praia — local conhecido por receber visitantes de diferentes perfis, incluindo famílias com crianças.
Orgia e sujeira: Espaço público e indignação de frequentadores
Além do flagrante, outro fator que chamou a atenção foi a condição do local. Em um dos pontos considerados mais críticos da trilha, foram encontrados diversos itens descartados, indicando uso frequente da área para práticas sexuais.
Entre os objetos identificados estavam camisinhas usadas, peças íntimas sujas e copos com bebida alcoólica, espalhados pelo chão. A cena gerou indignação entre frequentadores e internautas.
“Uma situação lamentável e deplorável”, menciona
Diante da repercussão, a reportagem entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública de Florianópolis. Em nota, o órgão informou que realiza fiscalização e rondas na região, mas destacou limitações operacionais:
“infelizmente, é impossível empenhar guarnições da GMF (Guarda Municipal de Florianópolis) apenas para este fim diariamente.”
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O que diz a lei sobre ato obsceno
O caso levanta discussões sobre o enquadramento legal desse tipo de conduta. O ato obsceno é previsto no artigo 233 do Código Penal Brasileiro e trata da prática de comportamentos de natureza sexual em locais públicos ou expostos ao público.
A legislação busca proteger o pudor coletivo e a convivência em espaços compartilhados. A caracterização do crime leva em conta fatores como o contexto, o ambiente e o impacto da ação sobre terceiros.
Entre os exemplos que podem ser enquadrados como ato obsceno estão:
- Exposição de partes íntimas em locais públicos
- Relações sexuais em espaços abertos
- Masturbação em áreas acessíveis ao público
- Exibição de conteúdo pornográfico em locais públicos
Mesmo em ambientes privados, como residências, a prática pode ser considerada crime caso haja exposição visível ao público, como em janelas ou varandas.
A pena prevista para esse tipo de situação varia de três meses a um ano de detenção, além de multa. Em alguns casos, podem ser aplicadas medidas alternativas, mas o enquadramento reforça a necessidade de respeito às normas de convivência social.
