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10 de abril de 2026

Jacovós chama Ratinho de moleque e ameaça discurso na Alep que ‘vai acabar com a República de Jandaia’


Por Walter Téle Menechino Publicado 10/04/2026 às 13h13
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JACOVÓS
Deputado estadual Delegado Jacovós deixa a base aliada do governo e sai atirando Foto/CBN Maringá

O segundo vice-presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Delegado Jacovós (PL), fez pesadas criticas ao governador Ratinho Junior (PSD), de quem até recentemente era aliado, chegando a chamá-lo de “moleque”. As declarações do parlamentar foram feitas durante entrevista ao vivo no programa CBN 360, na manhã desta sexta-feira, 10.

Jacovós afirmou que está pensando em fazer um pronunciamento na Alep na segunda-feira, 13, que “vai acabar com a República de Jandaia”. Jacovós foi delegado-chefe de Apucarana, subdivisão da Polícia Civil que inclui Jandaia do Sul, cidade de origem da família do governador. “Deputado, isso parece uma ameaça”, comentou um entrevistador, ao que ele respondeu “não, não é ameaça”.

O deputado atribuiu o “rompimento político e pessoal” com o governador ao fato de Ratinho não ter cumprindo um acordo feito com o ex-presidente Jair Bolsonaro nas eleições para prefeito de Curitiba em 2024. Segundo o qual, em contrapartida, Ratinho apoiaria o candidato a presidente do PL em 2026: “Meu pai me ensinou honrar a palavra. O que ele fez foi molecagem e não aperto mais a mão dele”.

Jacovós disse que as câmeras do programa de segurança pública Olho Vivo, que ele chamou de “Olho Morto”, foram compradas sem licitação e que por isso o pregão eletrônico de R$ 580,9 milhões, que seria realizado na quarta-feira passada, 8, foi suspenso pelo Tribunal de Contas do Paraná a pedido do líder do PT na Alep, Arilson Chiorato.

O deputado disse que “foi o governador que nos empurrou para a oposição”. Ao justificar a frase, disse que todos os seus indicados “foram exonerados dos seus cargos, com salários de R$ 3 mil”. Ele também criticou a cobrança automática do pedágio no Lote 4, que a concessionária pretende implantar na região de Maringá: “O tal do Free Flow, que eu chamo de arapuca”.

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