Mulher morta em piscina: o que levou polícia a indiciar amiga da vítima
A Polícia Civil finalizou, nessa quarta-feira, 25, o inquérito que investiga a morte de Beatriz Callegari de Paula, mulher de 26 anos encontrada morta no dia 16 de janeiro, ao lado de uma piscina em uma casa de Lins, no interior de São Paulo. Uma amiga de 40 anos da vítima, foi indiciada por homicídio.
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A mulher virou suspeita do crime após dois exames médicos apontarem que Beatriz foi morta por afogamento. Ela teria afirmado no dia do ocorrido, que a causa da morte da amiga teria sido descarga elétrica, hipótese descartada já no começo das investigações. A suspeita foi presa no dia 27 de janeiro.
Motivos que levaram o indiciamento
- O primeiro motivo do indiciamento foi o fato da mulher ter mentido em depoimento, segundo a polícia. Ela afirma até o presente momento que a amiga foi vítima de um choque e que morreu dentro da piscina.
- No entanto, segundo o delegado do caso, Lucas Piovesan, os exames necroscópicos apresentaram evidências de um afogamento, como água no pulmão, congestão das vísceras com líquido nas vias intestinais e no fígado – estado semelhante ao de “barriga d’água”.
- “Todos os sinais evidente corroboram para o afogamento de Beatriz. Isso a gente não tem dúvidas”, contou o delegado.
- O segundo ponto foi o fato dela estar sozinha com a vítima no momento do afogamento. De acordo com o investigador, as duas se reuniram com outro colega em uma casa alugada de Lins. O rapaz precisou sair perto das 14h para trabalhar.
- A polícia teve acesso ao celular de Beatriz e constatou que a mulher enviou mensagens à uma amiga após a saída do homem, comprovando que estava viva.
- “Então, a única pessoa que teve contato com a Beatriz ainda em vida dentro daquele local, foi a indiciada”, explicou o delegado.
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