
Imagens de câmeras de segurança podem trazer um novo rumo para a investigação da morte de Rodrigo Soares Estevan, de 39 anos, registrada na manhã de segunda-feira, 9, em Sarandi, na região de Maringá.
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Rodrigo foi encontrado morto dentro de uma residência na Rua dos Tucanos, no Conjunto Floresta. Inicialmente, a informação repassada à Polícia Militar do Paraná indicava que ele teria invadido o imóvel para cometer furtos e acabou sendo agredido pelo morador da casa.
Segundo o relato de uma moradora, o proprietário teria reagido à suposta invasão e entrou em luta corporal com Rodrigo, desferindo vários socos. Quando as equipes de socorro chegaram ao local, o homem já estava morto.
No entanto, imagens de câmeras de segurança obtidas durante as apurações podem mudar a linha da investigação. As gravações mostram Rodrigo correndo pela rua aparentemente fugindo de um cachorro. Em determinado momento, também é possível ver uma mulher correndo nas proximidades.
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Na sequência das imagens, Rodrigo desce a rua correndo enquanto um cachorro que estava atrás dele entra em outra via seguindo a mulher. Logo depois, um segundo cachorro sai da rua onde a mulher estava e passa a correr atrás do homem.
Diante dessas imagens, surge a suspeita de que Rodrigo tenha entrado na residência tentando escapar do ataque do animal, buscando proteção. Essa situação pode ter sido interpretada pelo morador como uma tentativa de invasão.
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Outro detalhe que chamou a atenção dos policiais é que as mãos da vítima não apresentavam sinais aparentes de luta corporal. Esse fator também será analisado durante o andamento da investigação. Com Rodrigo, os policiais encontraram ainda uma bucha de cocaína.
Quando a Polícia Militar do Paraná chegou ao local, o morador apontado como responsável pelas agressões já havia deixado a residência e não aguardou a chegada das equipes para prestar esclarecimentos.
A área foi isolada para o trabalho da Polícia Científica, que realizou a perícia no local e em seguida, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal para exames. Agora, o caso segue sob investigação da Polícia Civil.
Com informações do Plantão Maringá.