Crianças estupradas foram atraídas por abusadores para “soltar pipa”


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online
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Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCESP) afirmou, neste domingo (3/5), que as duas crianças vítimas de um estupro coletivo, na zona leste de São Paulo, conheciam os abusadores e foram atraídas por eles para “soltar pipa”. Até o momento, quatro adolescentes e um adulto foram detidos pelo crime.

Segundo a delegada à frente do caso, Janaina da Silva Dziadowczyk, os abusadores e as vítimas eram vizinhos e tinham convivência.

“As crianças tinham confiança neles. [Os suspeitos] chamaram para soltar pipa. [As crianças] foram atraídas para um imóvel, porque eles passaram e falaram ‘vamos soltar pipa, aqui tem uma linha’ e foi a forma que elas foram atraídos para dentro daquele imóvel.”

Além disso, a equipe de investigação afirmou que a iniciativa de começar a gravar o crime foi do adulto presente no local. Primeiro, o suspeito gravou, do próprio celular, os abusos e depois pediu para que um adolescente continuasse a gravação.


Prisões e negociação com o foragido

Próximos passos da investigação

Após a detenção dos cinco envolvidos no estupro coletivo das duas crianças, a polícia busca identificar quem foram as pessoas que compartilharam as imagens dos abusos nas redes sociais.

Segundo a investigação, o adulto preso pelo crime filmou o estupro e enviou para conhecidos pelo aplicativo de mensagem WhatsApp. A partir desse envio, as gravações foram divulgadas nas redes sociais. As autoridades afirmaram que aqueles que compartilharam os vídeos também podem ser indiciados e pediu que as pessoas que estão divulgando os vídeos, mesmo que na boa intenção de expor a revolta sobre o crime, parem de expor as crianças.

Leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online. 

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