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13 de janeiro de 2026

Vídeo: Cultivo de maconha é descoberto em sala comercial na Avenida Brasil, em Maringá; 27 pés foram apreendidos


Por Thiago Danezi Publicado 13/01/2026 às 08h28
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Foto: Wallaf Borges | Colaboração

A Polícia Militar apreendeu pés de maconha e equipamentos utilizados para o cultivo da droga em uma sala comercial no centro de Maringá, na noite desta segunda-feira, 12. A ocorrência foi registrada em um imóvel localizado na Avenida Brasil.

Segundo a PM, a equipe foi acionada após uma denúncia informar que plantas de maconha estariam visíveis na janela de uma sala comercial. No local, os policiais conseguiram identificar o imóvel e tentaram contato com o inquilino, mas não obtiveram sucesso.

Diante da situação, o síndico do prédio e o responsável pela imobiliária autorizaram a entrada das equipes. Durante a vistoria, foram localizadas diversas mudas de maconha em diferentes estágios de crescimento, além de duas estufas e outros equipamentos usados para o cultivo da droga.

Ainda conforme a Polícia Militar, de forma preliminar, o responsável pelo imóvel alegava que o cultivo seria para fins terapêuticos. No entanto, nenhuma autorização judicial foi apresentada para a prática, o que motivou a apreensão de todo o material, que foi encaminhado à delegacia de polícia.

O inquilino da sala comercial não foi localizado no momento da ocorrência e, até o momento, não foi identificado, já que não se encontrava na cidade.

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Foto: Wallaf Borges | Colaboração

Nota da associação

Após a ação policial, a Associação de Terapia e Harmonia Canábica (Semear), que funciona no local, se manifestou por meio de uma nota oficial publicada nas redes sociais. No comunicado, a entidade afirmou que a operação ocorreu de forma arbitrária e relatou que, além das plantas, também foram apreendidos extratos, óleos, sementes e equipamentos.

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“Com muito pesar, comunicamos que a associação sofreu, de forma arbitrária, uma invasão policial. Além da porta arrombada, foram apreendidas nossas plantas, nossos extratos, nossos óleos, nossas sementes e nossos equipamentos. Todo o trabalho de mais de quatro anos encontra-se, neste momento, sob a custódia das autoridades policiais”, diz um trecho da nota.

Ainda segundo a associação, o momento é de grande sensibilidade, mas a entidade afirma confiar na legalidade de suas atividades e no impacto do trabalho desenvolvido junto aos associados. A Semear também pediu apoio da comunidade, ressaltando que a situação afeta diretamente os pacientes atendidos.

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