Denúncia anônima leva PF a apreender cerca de 80 celulares e canetas emagrecedoras irregulares no centro de Maringá; vídeo


Por Thiago Danezi
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Foto: PF

Uma denúncia anônima levou a Polícia Federal (PF) a desarticular um esquema de armazenamento e distribuição de mercadorias de origem estrangeira introduzidas irregularmente no Brasil, na manhã desta sexta-feira, 26, em Maringá. Durante a operação, realizada na região central da cidade, os policiais apreenderam aproximadamente 80 aparelhos celulares, medicamentos comercializados de forma irregular, entre eles canetas emagrecedoras, e prenderam um suspeito em flagrante.

A investigação começou após uma denúncia encaminhada pelo canal ComunicaPF, que apontava a existência de um imóvel utilizado como depósito e centro de distribuição de produtos estrangeiros, principalmente celulares.

Com base nas informações levantadas, a Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão no endereço investigado. No local, os agentes encontraram dezenas de mercadorias sem comprovação de regularidade fiscal, além de sacolas personalizadas que, segundo a investigação, eram utilizadas para entregar os produtos aos consumidores. Um automóvel também foi apreendido durante a operação.

Cerca de 80 celulares foram apreendidos

Ao GMC Online, a Polícia Federal informou que a ação ocorreu na região central de Maringá e resultou na apreensão de aproximadamente 80 aparelhos celulares, além dos medicamentos irregulares encontrados no imóvel. Entre os produtos localizados estavam canetas emagrecedoras comercializadas de forma clandestina, cuja venda depende de autorização e controle dos órgãos competentes.

Diante das irregularidades constatadas, um dos investigados foi preso em flagrante. Após o pagamento de fiança, ele foi colocado em liberdade e responderá ao processo na Justiça.

Investigações continuam

Segundo a Polícia Federal, as investigações prosseguem para identificar a origem das mercadorias apreendidas, esclarecer como os produtos eram comercializados e verificar se outras pessoas participavam do esquema.

A suspeita é de que o imóvel funcionasse como um ponto estratégico para armazenamento e distribuição de produtos eletrônicos e medicamentos introduzidos irregularmente no país.

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