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05 de junho de 2026

Dez meses após chacina em Icaraíma, investigação segue sem prisões e sem novidades


Por O Bemdito, parceiro GMC Online Publicado 05/06/2026 às 18h54
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Foto Rudson de Souza/OBemdito

Nesta sexta-feira (5), a execução de quatro homens em uma propriedade rural de Icaraíma completa dez meses sem que os principais suspeitos tenham sido presos. Considerado um dos casos criminais de maior repercussão recente no Noroeste do Paraná, o episódio segue cercado por questionamentos e pela expectativa de familiares das vítimas, que aguardam respostas sobre o andamento das investigações.

Apesar da dimensão do caso e da ampla mobilização das forças de segurança nos meses seguintes ao crime, não houve novos desdobramentos públicos relevantes desde a decretação das prisões preventivas dos principais investigados. Antônio Buscariollo, de 67 anos, e o filho dele, Paulo Ricardo Costa Buscariollo, de 23 anos, continuam foragidos desde 8 de agosto de 2025.

Procurado pela reportagem de OBemdito nesta sexta-feira (05), o delegado responsável pelas investigações, Thiago Andrade Inácio, informou que não há novidades que possam ser divulgadas neste momento. “Ainda não tem nada de relevante que possa divulgar. O último acontecimento relevante foi a prisão de Carlos Eduardo Buscariollo pelo crime de tráfico de drogas”, afirmou.

A falta de informações públicas tem ampliado a angústia das famílias das vítimas. Os corpos de Alencar Gonçalves de Souza Giron, Diego Henrique Affonso, Rafael Juliano Marascalchi e Robishley Hirnani de Oliveira foram encontrados após uma investigação que revelou um cenário complexo envolvendo disputas financeiras, desaparecimento, homicídios e suspeitas de atuação coordenada para ocultar provas.

As informações são do O Bemdito.

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