A Polícia Civil divulgou nesta quinta-feira, 23, a imagem de Eduardo Rocha Belbe, de 32 anos, empresário maringaense suspeito de matar a companheira e tentar assassinar a sogra em Mandaguaçu. O crime, tratado como feminicídio, ocorreu na tarde de terça-feira, 21, e desde então o homem está foragido.
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De acordo com a investigação, a vítima, Miriane Caroline do Carmo, moradora de Maringá, foi morta a tiros durante um almoço em família realizado na casa da mãe dela. O crime aconteceu por volta das 18h e foi registrado por câmeras de segurança.
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Segundo a delegada Kimberly Caetano, responsável pelo caso, a motivação teria sido um desentendimento familiar. Durante o encontro, a vítima e a mãe passaram a elogiar um parente que vive em Portugal e estaria em situação financeira bem-sucedida. O empresário, que é proprietário de um ferro-velho em Maringá, teria se incomodado com os comentários e se sentido menosprezado.
Ainda conforme a apuração, o homem iniciou uma discussão e tentou forçar a companheira a sair da residência. Sem conseguir, deixou o local, mas retornou pouco tempo depois armado. Na sequência, houve uma nova discussão, que terminou de forma violenta.
O empresário teria efetuado ao menos quatro disparos. Dois atingiram Miriane, sendo que um dos tiros foi disparado enquanto ela já estava caída no chão. A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A mãe de Miriane também foi alvo do atirador. Conforme relato prestado à polícia, o suspeito tentou realizar três disparos contra ela, mas a arma falhou. A mulher não ficou ferida.
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Imagens de segurança mostram ainda o momento em que o suspeito agride a vítima, puxando-a pelos cabelos e tentando colocá-la à força dentro de uma caminhonete, instantes antes dos disparos. A investigação também aponta um histórico recente de violência. Cerca de 20 dias antes do crime, o homem teria agredido Miriane com uma grade de churrasqueira, causando ferimentos graves.
Após o assassinato, o suspeito fugiu e segue sendo procurado. A polícia trabalha com a hipótese de que ele tenha seguido em direção à região de Porto Rico. As diligências continuam para localizá-lo e efetuar a prisão. A Polícia Civil reforça que informações sobre o paradeiro do suspeito podem ser repassadas de forma anônima às autoridades.