Empresário que deu carona a primas desaparecidas na região de Maringá segue sem ser localizado


Por Redação GMC Online
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O desaparecimento de duas primas, Stella e Letycia, após uma ida a uma suposta festa em Porto Rico, no norte do Paraná, segue cercado de mistério e mobiliza a Polícia Civil. Foto: Reprodução

O desaparecimento de duas primas, Stella e Letycia, após uma ida a uma suposta festa em Porto Rico, no norte do Paraná, segue cercado de mistério e mobiliza a Polícia Civil e familiares das jovens. O caso chama a atenção porque, até o momento, nenhuma família ou amigo do homem apontado como responsável por oferecer carona às jovens procurou a polícia para registrar o desaparecimento dele.

As duas jovens desapareceram na noite de 20 de abril. Elas moram em cidades da região de Maringá — uma em Cianorte e outra em Jussara, e foram vistas pela última vez após informarem à família que seguiriam para um evento na cidade.

Último contato e imagens de câmera

Segundo informações do boletim de ocorrência, o último contato das jovens com familiares aconteceu quando elas ainda estavam em uma residência. Em seguida, relataram que iriam a uma festa em Maringá.

Imagens de câmeras de segurança mostram uma caminhonete trafegando em direção ao evento com duas pessoas no interior do veículo. De acordo com relatos, o automóvel pertence a um empresário que teria oferecido carona às jovens. O que ocorreu depois disso ainda não foi esclarecido pelas autoridades.

Investigação em andamento

O desaparecimento foi registrado oficialmente no dia 23 de abril pela Polícia Civil, por meio da 21ª Subdivisão Policial de Cianorte. Desde então, equipes realizam diligências, com coleta e análise de informações e compartilhamento de dados com outros órgãos de segurança. A Polícia Civil informou que detalhes adicionais não estão sendo divulgados para não comprometer o andamento das investigações.

Familiares acompanham o caso com preocupação. A mãe de uma das jovens relatou que não conhecia o homem que teria oferecido a carona, embora ele já tivesse frequentado a residência anteriormente e fizesse parte do círculo social das meninas. A Polícia Civil reforça que qualquer informação que possa ajudar na identificação do homem ou no paradeiro das jovens pode ser repassada de forma anônima pelos telefones 190, 181 ou pelo Disque-Denúncia.

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