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24 de junho de 2026

Foragido por matar ex-agente prisional a facadas em bar de Maringá tem foto divulgada pela polícia; câmeras registraram o crime


Por Thiago Danezi Publicado 24/06/2026 às 15h27
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O crime aconteceu em um bar de Maringá, no Norte do Paraná, e foi registrado por câmeras de segurança. Foto: Imagens cedidas ao GMC Online

A Polícia Civil de Maringá divulgou nesta terça-feira, 23, a foto de Wanderley Fabiano Fonseca da Rocha, de 52 anos, apontado como autor do homicídio que vitimou Hildegardo Vaz Guimarães, de 53 anos. O suspeito continua foragido e é procurado pelas forças de segurança. O crime aconteceu em um bar de Maringá, no Norte do Paraná, e foi registrado por câmeras de segurança. A vítima foi atingida por vários golpes de faca e morreu ainda no local.

Responsável pelas investigações, o delegado de homicídios Adriano Garcia afirmou que a polícia já ouviu testemunhas e segue trabalhando para localizar o suspeito. “Eles andavam juntos, eram colegas de bar. Temos um vídeo que mostra os momentos da facada e, na sequência, ele empreende fuga depois do crime”, declarou o delegado à imprensa.

As investigações apontam que Hildegardo e Wanderley mantinham uma amizade antiga, mas teriam se afastado após desentendimentos. Apesar disso, a motivação do assassinato ainda não foi oficialmente esclarecida. Segundo a Polícia Civil, uma das principais linhas de investigação é a possibilidade de crime passional, embora outras hipóteses não estejam descartadas. Um vídeo flagrou o crime.

Após o homicídio, a esposa do suspeito também passou a ser investigada. De acordo com a polícia, ela teria tentado ocultar a faca utilizada no crime. A arma foi encontrada posteriormente pelos investigadores em um imóvel do casal.

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Foto: Polícia Civil

Conforme a corporação, a mulher teria limpado vestígios de sangue antes de esconder o objeto. A conduta pode configurar fraude processual, além de outros possíveis crimes que ainda estão sendo apurados.

Hildegardo Vaz Guimarães trabalhava como vigilante e já atuou como monitor de ressocialização prisional na Casa de Custódia de Maringá (CCM). Até o momento, a polícia não encontrou qualquer relação entre a atividade profissional da vítima e o assassinato.

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Hildegardo Vaz Guimarães trabalhava como vigilante e já atuou como monitor de ressocialização prisional na Casa de Custódia de Maringá (CCM). Foto: imagens cedidas ao GMC Online

O corpo de Hildegardo foi sepultado no Cemitério Municipal de Maringá.

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