Golpista que ostentava vida de luxo nas redes sociais é preso após causar prejuízo de R$ 410 mil no PR


Por Banda B, parceira do GMC Online
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Foragido que exibia festas e carros importados nas redes sociais é capturado por estelionato – Foto: Divulgação PC-PR

Um homem de 28 anos, investigado por aplicar golpes que ultrapassam R$ 410 mil na cidade de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, foi preso nesta quinta-feira (25) em Indaiatuba, no interior de São Paulo. Foragido desde 2025, o suspeito foi capturado pela Guarda Municipal da cidade paulista após um trabalho de inteligência da Polícia Civil do Paraná (PCPR), que conseguiu rastrear o seu paradeiro.

A dinâmica dos crimes baseava-se em explorar relações pessoais e de confiança. Segundo o inquérito policial, o homem convencia pessoas próximas a investir na compra e revenda de veículos de luxo, prometendo retornos financeiros atrativos. Acreditando na legitimidade do negócio, as vítimas realizavam transferências bancárias via PIX e chegaram a contrair empréstimos e financiamentos. Assim que recebia os valores e obtinha o controle dos automóveis, o investigado cortava contato com as vítimas e não cumpria os acordos firmados. A polícia confirmou que apenas duas das vítimas somaram um prejuízo de cerca de R$ 410 mil.

Após os crimes em Ponta Grossa, o suspeito iniciou uma fuga interestadual. As investigações indicam que ele passou por cidades do litoral de Santa Catarina antes de se fixar no interior de São Paulo. Mesmo na condição de foragido da Justiça, o homem mantinha forte atividade nas redes sociais, onde exibia uma rotina de luxo financiada pelo dinheiro das fraudes, compartilhando fotos em baladas, consumindo bebidas caras e posando ao lado de carros importados.

Com o cumprimento do mandado de prisão preventiva, o suspeito encontra-se à disposição do Poder Judiciário e deve responder pelo crime de estelionato em concurso material. A Polícia Civil do Paraná informou ainda que o homem possui boletins de ocorrência registrados contra ele também em Santa Catarina. Todos os dados levantados pela investigação paranaense serão compartilhados com as autoridades catarinenses para auxiliar no esclarecimento de outras possíveis práticas criminosas.

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