Rafael Juliano Marascalchi, um dos quatro homens encontrados mortos no último dia 18 em Icaraíma, no noroeste do Paraná, estava com um documento de identificação — o Registro Geral (RG) — escondido no tênis. Rafael e outros três homens ficaram desaparecidos por mais de 40 dias, após viajarem de São José do Rio Preto (SP) para o Paraná a fim de cobrar uma dívida.
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De acordo com a advogada da família da vítima, Josiane Monteiro, a presença do documento no tênis indica que Rafael presumia que poderia ser morto. A defensora alega ainda que existe a hipótese de o quarteto ter sido levado a um cativeiro e torturado antes da execução. As declarações foram feitas exclusivamente ao Portal Ric.
Segundo Josiane, a declaração de óbito das vítimas não apresenta a data das mortes, o que aumenta o indício de que elas tenham sido levadas para um cativeiro. O documento aponta que eles sofreram politraumatismo, traumatismo cranioencefálico e feridas por arma de fogo.
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