
Kratos Douglas, de 11 anos, apresentava sinais de desnutrição quando foi encontrado morto nessa segunda-feira, 11, na casa do pai, no bairro Cidade Kemel, zona leste de São Paulo. O pai do menino foi preso e admitiu que mantinha o filho acorrentado no imóvel “para ele não sair de casa”.
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Segundo o secretario da segurança da pública (SSP), Osvaldo Nico Gonçalves, o menino estava “só o esqueleto”.
“No caso desse menino, você não consegue ver a pessoa, só vê o esqueleto. Quem tem família, não dá para ver quem um pai fez isso com o filho”, disse o secretário.
O pai da criança, Chris Douglas, foi preso em flagrante no dia do crime. A avó, Aparecida Gonçalves, de 81 anos, e a madrasta, Camilla Barbosa Dantas Felix, de 42, foram presas preventivamente na noite dessa quarta-feira, 13. Segundo as autoridades, os três admitiram que acorrentavam a criança, porque ela sempre fugia de casa.
Porém, de acordo com a investigação, os vizinhos da família relataram nunca terem tido contato com a criança, nem a visto pelas ruas.
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