Polícia aponta nova linha de investigação em atentado contra psicóloga em Maringá


Por Thiago Danezi
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Foto: Plantão Maringá | Colaboração

A psicóloga baleada durante um atentado na Avenida Dona Sophia Rasgulaeff, no Conjunto Parigot de Souza, em Maringá, prestou depoimento à Polícia Civil nesta quarta-feira, 25. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que trabalha, neste momento, com a hipótese de que a vítima tenha sido confundida com outra pessoa.

De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Adriano Garcia, as informações preliminares indicam que a mulher não possui inimigos, não relatou desavenças e não houve tentativa de assalto. “Com base nas informações levantadas no local, ela não possuía inimigos, não teria nenhuma desavença, não houve tentativa de roubo. Na visão dela, o carro emparelhou achando que era uma amiga. Há suspeita de que os ocupantes tenham imaginado se tratar de uma emboscada e efetuaram os disparos”, afirmou o delegado.

Segundo o relato, a jovem havia saído de uma tabacaria de um amigo quando percebeu um veículo se aproximando. Ela acreditou que poderia ser o carro de uma amiga e chegou a trafegar lado a lado com o automóvel. Em seguida, arrancou com o carro e, mais à frente, estacionou. Nesse momento, o outro veículo se aproximou novamente, emparelhou e o passageiro efetuou os disparos.

A psicóloga foi atingida por um tiro no braço. Mesmo ferida, conseguiu parar o veículo e foi socorrida até a chegada do Samu, sendo encaminhada para atendimento médico.

O carro da vítima foi recolhido e está na delegacia de Maringá, onde passará por perícia. Conforme apurado, houve um disparo no porta-malas, dois na porta, outros dois na lataria da porta do motorista e um na janela. As investigações seguem em andamento e, até o momento, nenhum suspeito foi localizado.

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