Presa pela morte da mãe, Camila Kanayama não participará do velório do pai


Por Redação GMC Online

A tragédia envolvendo a tradicional família Kanayama, de Ponta Grossa, ganhou um novo capítulo na tarde desta segunda-feira, 25. Camila Mayumi Kanayama não participará do velório e nem do sepultamento do pai Celso Jiro Kanayama, advogado encontrado morto com tiro na cabeça na noite desse domingo ,24, na Vila Estrela.

Pai de Camila se matou na mesma casa onde ela matou a mãe a facadas em 2023 – Foto: Foto: Reprodução Redes Sociais

Camila está presa em uma unidade Penal em Curitiba por ter matado a mãe Doraci Kanayama, a golpes de faca. O crime aconteceu na casa da família em 2023. “Ela está presa no Complexo Médico Penal em Curitiba por conta do laudo pericial constatar que ela apresenta borderline e/ou bipolaridade. Temos recurso contra a decisão de pronúncia pendente de julgamento no TJ/PR. Ela já foi informada do falecimento do pai”, disse o advogado Jorge Sebastião Neto. O criminalista acredita que diante das formalidades e dificuldade de escolta até Ponta Grossa não será possível ela participar da despedida do pai.

O endereço já era conhecido pelas autoridades e pela comunidade após o crime ocorrido em 2023, quando Camila Mayumi Kanayama, então com 26 anos, foi presa por matar a própria mãe, Doraci Kanayama, de 58 anos.

Na época, Doraci foi assassinada a facadas dentro da casa onde a família vivia. O caso gerou grande comoção em Ponta Grossa pela brutalidade e pela relação entre vítima e autora.

Durante o depoimento, Camila confessou o crime e alegou que sofria agressões constantes por parte da mãe, incluindo episódios em que teria sido submetida ao uso de armas de choque. A versão foi investigada pelas autoridades no decorrer do processo.

A nova ocorrência no mesmo endereço reacende a lembrança de um episódio marcado por violência dentro do ambiente familiar e que mobilizou a opinião pública à época.

Leia também: Pai de jovem que matou a mãe é encontrado morto com tiro na cabeça no PR

Agora, com a morte de Celso Giro Kanayama, o caso volta ao centro das atenções, enquanto a Polícia Civil trabalha para esclarecer o que teria ocorrido dentro da residência neste domingo.

As informações são da aRede

Sair da versão mobile