A Polícia Civil tenta descobrir por que a adolescente Iasmyn Eckhardt da Silva, de 14 anos, foi encontrada seminua após ser assassinada a golpes de tijolo em um terreno baldio de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. O principal suspeito do crime, preso preventivamente nesta semana, negou ter praticado abuso sexual e afirmou que deixou a jovem vestida antes de fugir do local.
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A divergência entre a versão apresentada pelo investigado e as condições em que o corpo foi encontrado levou a polícia a ampliar as diligências para analisar se houve violência sexual, vilipêndio ao cadáver ou até mesmo a participação de outras pessoas após o assassinato.
Segundo o delegado Marcelo Pereira Dias, responsável pelas investigações, os policiais buscam novas imagens de câmeras de segurança e atuam para reconstruir os trajetos percorridos pela vítima e pelo autor antes e depois do crime. A identidade do suspeito não foi divulgada.
“A tentativa é afastar a possibilidade de participação de terceiros, bem como a possibilidade de ter havido um vilipêndio a cadáver ou qualquer tipo de prática contra a vítima após este autor do homicídio ter deixado o local”, afirmou o delegado.
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