Vídeo: Cabo agride colega de farda, tira roupa e provoca caos em posto da PM no Litoral: ‘Sinais visíveis de embriaguez’


Por Banda B, parceira do GMC Online
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Um policial militar, identificado como cabo Hudson Jacob de Ávila, agrediu um colega de farda na noite de sexta-feira (1°), em Guaratuba, no Litoral do Paraná. Câmeras de segurança da unidade da Polícia Militar registraram o momento da ocorrência. As imagens também mostram o cabo tirando a roupa e falando em tom elevado dentro da corporação, na presença de outros policiais.

No local, segundo o boletim, o cabo apresentava odor etílico, fala arrastada e sinais de embriaguez. Questionado, afirmou ter ingerido “uma cerveja”. O aspirante informou que ele não estava em condições de assumir o serviço. Ainda conforme o registro, o policial respondeu que “poderia realizar qualquer coisa em qualquer momento”.

O exame etilométrico foi oferecido, mas recusado. Na sequência, o cabo foi conduzido à 3ª Companhia do 9º Batalhão da Polícia Militar.

Já na unidade, o boletim descreve que o policial passou a afirmar que estaria sendo perseguido por integrantes do batalhão. Em determinado momento, afirmou ter sido atingido por um golpe do comandante da companhia e simulou a ação contra o aspirante, demonstrando comportamento agressivo. Diante da situação, houve a retirada preventiva da arma de fogo.

Ainda conforme o registro, o cabo se exaltou novamente, na presença de outros militares, incluindo oficiais superiores. Ele foi levado a uma sala para tentativa de diálogo, onde reiterou as acusações de perseguição e passou a ofender o aspirante, chamando-o de “esse bigodinho” e “esse moleque”. O boletim aponta que houve ameaça de morte, com a afirmação de que “iria matar este aspirante”.

O policial permaneceu contido na sala do cartório da companhia para a adoção das medidas administrativas.

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Policial militar se manifesta sobre o caso

Em meio à condução registrada no boletim, o cabo Hudson Jacob de Ávila se manifestou em um vídeo sobre a ocorrência e a própria trajetória na corporação. Ele afirmou ter mais de duas décadas de serviço e disse que sempre cumpriu as ordens recebidas ao longo da carreira.

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